Houston, we have a guarda-costas
Publicado por Rapha e arquivado em Aleatoriedades, Papo de botecoCurioso como o mundo funciona (ou não). Alguns pequenos dramas do dia-a-dia acabam passando desapercebidos, não falamos muito sobre isso. Com muito sofrimento eu sobrevivi a poucas e boas, e aproveitando este espaço, vou compartilhar tudo com vocês (menos a seringa).
A ocorrência é comum. A menos que você seja um Cylon ou um Transformer (aquele sem pipi, do filme), uma hora vai precisar ir ao banheiro. E se há um banheiro público, vale o que diz o velho deitado: quem não tem cão, caça com espingarda. Eu sempre respiro fundo antes de entrar, pra oxigenar bem o cérebro, pois nunca se sabe quão tóxica pode estar a atomosfera do ambiente. Pois bem, entrei num banheiro público. E infelizmente tive a certeza de que o vaso sanitário é uma espécie de Kinder Ovo. A diferença é que a surpresa nesse caso nunca é agradável.
Regra básica de sobrevivência em banheiros públicos: evite ao máximo privadas com a tampa abaixada. Se alguém abaixou, é porque o que está lá dentro é digno de roteiro de filme do Hitchcock. Chances até de existir alguma forma de vida alienígena lá dentro.
Muito tenso viver em sociedade, de forma civilizada. Seria tão mais simples eu ir até uma moita, e me aliviar conforme a natureza pede. A natureza não faz um animal sair procurando um banheiro, com a patinha segurando a bunda. Ele faz quando tem vontade, e onde está mesmo.
Quando eu for presidente desta merda de país, anotem: vou liberar cagada em qualquer lugar, e não mais somente na Câmara.

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